Efemeridade de ser

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Faltam 1 ano e 4 meses para eu chegar aos 30. Sei que não sou a única, mas acredito estar no grupo das minorias que, ao contrário de estar com medo, estou é ansiosa para esse dia chegar logo. Eu que sempre fui taxada como certinha e responsável, no fundo sabia que era apenas uma criança e “sofria” por me cobrarem ações e pensamentos que eu ainda não estava pronta. A timidez … ahh a timidez. Essa atrapalhou mais ainda. Mas eu sobrevivi. Foi muita luta interna pra conseguir fugir dos rótulos.

Mas ao mesmo tempo em que eu era uma criança, eu queria crescer de fato. Mas do meu jeito. Que é único, só meu. E pra achar a Mariana foi foda. Foda porque tracei mil planos, esbocei várias personalidades e nunca ficava satisfeita.

Aí eu fiz 28 anos. E foi quando decidi que tava na hora de me dar um tapa na cara pra acordar e assumir.

Eu me pego rindo todos os dias de mim mesma. Cada coisa que eu tenho feito, que antes eu não fazia. Cada coisa que eu sinto o maior prazer em fazer. Me pego rindo e pensando: “porra, porque eu me escondi tanto tempo??”. Estou ouvindo músicas e desejando coisas que há 1 ano atrás jamais imaginei que iria fazer. Ou que negava, que dizia detestar. Dar-se um tapa na cara é bom.

Preciso, é claro, agradecer a algumas pessoas que passaram em minha vida e de certa forma ajudaram a formular isso, mesmo que indiretamente.

Mas a todos, nesse post curtinho, só preciso dizer: se resgatem!

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